sábado, 12 de janeiro de 2013

Carlitos


CARLITOS

Fotografia e pesquisa de texto de Clóvis Campêlo


Segunda a Wikipédia, Carlitos foi o principal e mais famoso personagem de Charles Chaplin. Consistia em um andarilho pobretão que possui todas as maneiras refinadas e a dignidade de um cavalheiro, usando um fraque preto esgarçado, calças e sapatos desgastados e mais largos que o seu número, um chapéu-coco ou cartola, uma bengala de bambu e - sua marca pessoal - um pequeno bigode-de-broxa.
Segundo o site Adoro Cinema, Chaplin nasceu em Londres, em 16 de abril de 1889. Começou sua carreira artística ainda na Inglaterra, quando fez pequenas participações no teatro ainda criança. Filho de artistas, Chaplin teve uma infância difícil, em que viu o divórcio dos pais ser seguido por alcoolismo, por parte do pai, e doença, por parte da mãe. Após muita dificuldade, o jovem conseguiu espaço para se apresentar no Music Hall, dando início a sua trajetória de sucesso. Viveu tempos conturbados, como as duas Grandes Guerras e a crise de 29 nos Estados Unidos.
Segundo a revista Bula, em artigo assinado por Euler de França Belém, Chaplin foi um dos primeiros workaholics do cinema, e não parava de trabalhar. Era uma “máquina” de produzir filmes, quase sempre de alta qualidade. Ao mesmo tempo que trabalhava muito, o ator-diretor tinha uma vida sexual intensa e pouco ortodoxa. Ele dizia que gostava de fazer sexo quando “estava chateado”. “Sua preferência era por garotinhas; o resultado disso foram quatro casamentos (três com mulheres de 18 anos ou mais moças), 11 filhos, e um harém de amantes.”
Ainda segundo a revista, era um homem de energia invulgar, tanto artística quanto física. Batizou o seu pênis de “oitava maravilha do mundo” — devido ao tamanho “avantajado”, e gostava mais do que qualquer outra coisa de deflorar uma meninota virgem. “A forma mais bonita da natureza humana é a menina bem mocinha começando a desabrochar”, disse, nada politicamente correto para os tempos atuais.


Fotografia feita no Recife, 1992

Um comentário:

Anônimo disse...
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