terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Praia da Boa Viagem


PRAIA DA BOA VIAGEM
Recife, 27/12/2015
Fotografia de Clóvis Campêlo


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Antigo posto salva-vidas


ANTIGO POSTO SALVA-VIDAS
Praia da Boa Viagem
Recife, 17/01/2016
Fotografia de Clóvis Campêlo

Praia da Boa Viagem


PRAIA DA BOA VIAGEM
Recife, 30/12/2015
Fotografia de Clóvis Campêlo


domingo, 7 de fevereiro de 2016

Praia da Boa Viagem


PRAIA DA BOA VIAGEM
Recife, 31/12/2015
Fotografia de Clóvis Campêlo


O pescador


O PESCADOR
Recife, 17/01/2016
Fotografia de Clóvis Campêlo

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Jangadas da Boa Viagem





 


JANGADAS DA BOA VIAGEM
Praia da Boa Viagem
Recife, 17/01/2016
Fotografias de Clóvis Campêlo

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Praia da Boa Viagem


PRAIA DA BOA VIAGEM
Recife, 15/01/2016
Fotografia de Clóvis Campêlo

Praia da Boa Viagem


PRAIA DA BOA VIAGEM
Recife, 31/12/2015
Fotografia de Clóvis Campêlo


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

A ponte estaiada


A PONTE ESTAIADA
Bairro do Pina
Recife, 15/01/2016
Fotografia de Clóvis Campêlo

Sobre as águas


SOBRE AS ÁGUAS
Praia da Boa Viagem,
Recife, 27/12/2015
Fotografia de Clóvis Campêlo


terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Chico Science transformou-se numa longínqua lembrança


CHICO SCIENCE TRANSFORMOU-SE NUMA LONGÍNQUA LEMBRANÇA

Clóvis Campêlo

A criatividade da banda Nação Zumbi não sobreviveu à morte de Chico Science. É fácil perceber isso. Chico, aliás, era o cérebro da banda e todos aqueles caranguejos com cérebros. O catalisador. A catarse.
A banda ainda insiste e existe, mas institucionalizou-se. Pratica o continuísmo sem evoluções. Ultimamente, anda até se dividindo, desentendendo-se. Depois de 30 anos de estrada, descobriram que um dos companheiros não tinha mais (ou nunca teve) profissionalismo e espírito de grupo. Escondia-se atrás da alfaia que deveria tocar, muito embora o som da banda tenha sumido. Consumido-se. Convenhamos: além dos Beatles, ninguém mais resiste a trinta anos de revoluções. E nunca mais a estrovenga girou, passando perto do meu pescoço.
Hoje, escuta-se fácil a trovoada dos tambores ocupando as esquinas do Recife. Em mais uma apropriação indébita, a classe média e a gringalhada tomou conta dos maracatus. Essa mesma classe média que alimentou e viabilizou a revolução dos mangues boys, sufoca o maracatu legítimo, o maracatu de raiz. Acelera o seu ritmo e o desassocia do fundo religioso que sempre nele existiu. Deus nos salve do dinheiro importante e necessário da classe média. O maracatu embranqueceu. Dói-nos até dizer que esse embranquecimento pode ter se iniciado com o mangue-beat (ou bit).
Deus me livre, também, de querer exercitar algum sentimento de culpa se a ordem sempre foi misturar tudo (Are you experience?). Nem mesmo alcancei dona Santa correndo da polícia no Pátio do Terço ou na Rua das Calçadas. Figura carismática e sintetizadora, como Chico também o foi. O que os diferenciava era a bagagem que cada um trazia. Os tempos também eram outros. E o produssumo ainda não queimava a bagagem.
Mas, que sou eu, um típico exemplar da classe média usurpadora, para querer exercitar o saudosismo? Reis mortos, reis postos! Quem imaginaria que aquele poste em frente a Escola dos Aprendizes Marinheiros, no caminho de Olinda, encerraria de forma abrupta e absurda uma revolução sonora? Ainda hoje quando passo por ali me arrepio de emoção e escuto o silêncio medonho e dramático da catástrofe. Bem ali, na beira do mangue, o sangue estancou na lama.
Chico Science morreu no dia 2 de fevereiro de 1997, uma sexta-feira, nos limites dos municípios de Olinda e Recife, às vésperas do carnaval e do Galo da Madrugada. No Recife, Lenine propôs que não houvesse mais carnaval nas cidades naquele ano. Impossível. Milhões de gritos primais represados em gargantas profundas aguardavam a sua liberação. O espetáculo não deveria e não poderia parar. Assim foi feito.
Em vida Chico gravou dois discos com a banda Nação Zumbi: Da Lama ao Caos e Afrociberdelia, ambos incluídos pela revista Rolling Stones entre os cem melhores discos da MPB em todos os tempos. Posteriormente, Chico seria colocado pela mesma revista entre os cem maiores artistas da música brasileira. Para mim, mais do que justo.
Dona Santa faleceu no Recife, em 1962, aos 85 anos. Filha e neta de africanos, nasceu no Pátio da Santa Cruz, no dia 25 de março de 1877. Foi rainha do Maracatu Nação Elefante por dezesseis anos, de 1947 até a sua morte.
Vida eterna ao rei e à rainha!

Recife, fevereiro 2016

domingo, 31 de janeiro de 2016

A Igreja da Boa Viagem





A IGREJA DA BOA VIAGEM
Bairro da Boa Viagem
Recife/PE, 31/01/2016
Fotografias de Clóvis Campêlo

Aqui, neste mesmo lugar...


O NAVIO
Praia do Pina
Recife/PE, 18/01/2016
Fotografia de Clóvis Campêlo



OS POMBOS
Praia do Pina
Recife/PE, 18/01/2016
Fotografia de Clóvis Campêlo


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Prédios da Boa Vista


PRÉDIOS DA BOA VISTA
O Recife visto do Pina
Recife, 15/01/2016
Fotografia de Clóvis Campêlo

Praia da Boa Viagm


PRAIA DA BOA VIAGEM
Recife, 27/12/2015
Fotografia de Clóvis Campêlo

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

As torres gêmeas


AS TORRES GÊMEAS
O Recife visto do Pina
Recife/PE, 15/01/2016
Fotografia de Clóvis Campêlo

O pescador


O PESCADOR
Praia da Boa Viagem, Recife,
27/12/2015
Fotografia de Clóvis Campêlo


sábado, 23 de janeiro de 2016

O Recife visto do Pina


O RECIFE VISTO DO PINA
Bairro da Boa Vista
Recife/PE, 15/01/2016
Fotografia de Clóvis Campêlo

O Castelinho


O CASTELINHO
Praia da Boa Viagem
Recife, 27/12/2015
Fotografia de Clóvis Campêlo


sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Pátio do Livramento


PÁTIO DO LIVRAMENTO
Bairro do Santo Antônio
Recife/PE, 15/01/2016
Fotografia de Clóvis Campêlo

Bandeiras


BANDEIRAS
Praia da Boa Viagem,

Recife, PE, 27/12/2015
Fotografia de Clóvis Campêlo


quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

A solidão do poeta


A SOLIDÃO DO POETA
Recife/PE, 15/01/2016
Fotografa de Clóvis Campêlo

Praia de Calhetas


PRAIA DE CALHETAS
Cabo de Santo Agostinho/PE, 28/12/2015
Fotografia de Clóvis Campêlo

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

O mistério das bermudas


O MISTÉRIO DAS BERMUDAS

Clóvis Campêlo

Nos anos 60, a turma do Pasquim reclamava que numa cidade tropical como o Rio de Janeiro não se pudesse ir aos cinemas de bermudas. Todos os cinemas cariocas, naquela época, tinham como praxe barrar o minúsculo vestuário. Se no Rio era assim, imaginem no Recife de então, cidade pequena e decente.
Os tempos e os costumes mudaram, no entanto, e hoje a bermuda foi não só reabilitada como incorporada às vestimentas dos tempos modernos. Hoje, ela pode ser vista nos consultórios médicos, nos cinemas, nos aeroportos e em quase todos os outros lugares das cidades grandes. Ainda bem.
Porém, nas repartições públicas da província, mesmo o Recife tendo se transformado numa cidade grande e indecente, a bermuda continua proibida nas repartições públicas federais, estaduais e municipais. Confesso que nunca entendi a lógica dessa proibição, já que continuamos vivendo em um país tropical e abençoado por Deus.
Acho irracional ver pacientes e beneficiários sendo despachados na portaria da repartição pública onde trabalho, simplesmente por estarem usando o traje transgressor. Muitas vezes são pessoas de poucos recursos, portando apenas o dinheiro da passagem, até mesmo vindos do interior do Estado e de outras cidade, que são obrigados a retornar aos seus pagos sem a resolução ou encaminhamento das suas pendências.
Segunda a Wikipédia, a minha querida e moderna mãe dos burros, a bermuda é traje típico nas ilhas Bermudas, onde surgiu e se alastrou pelo mundo inteiro e de onde tomou emprestado o nome. Na minha idade, é o meu traje preferido. Não entendo como nas repartições públicas da minha terra são permitidas as mini-saias (nada contra!) e proibidas as bermudas. Que mistério é esse?
De uma maneira geral, o recifense é conservador. Talvez esse seja um ranço das influências inglesas nos séculos passados. Durante muito tempo fomos por eles influenciados. O trust multinacional inglês, que dominou a nossa economia em meados do século XVIII e início do século XIX, deixou-nos essa marca. Antes deles, fomos marcados pelo conservadorismo da influência portuguesa. Talvez o que nos tenha salvo da subserviência moral definitiva. O que digo, porém, não tem embasamento científico nenhum. Aliás, corro disso como o diabo corre da cruz. Sou apenas um curiólogo que adora interpretar a realidade ao seu modo e escrever com liberdade e criatividade. Foi Deus quem me fez assim.
Assim sendo, ao mesmo tempo em que procuro motivos e assuntos para uma nova crônica, pratico a ousadia de inventar teorias. A moralidade do povo maurício é evidente. Basta ir ao calçadão de Boa Viagem e olhar a indumentária dos que ali praticar a salutar caminhada recomendada pela Organização Mundial de Saúde. As pessoas vão caminhar no calçadão excessivamente vestidas, como se estivessem indo à missa ou a um velório. Praia é lugar de descontração e pouca roupa. Vivamos a descontração das cores e o privilégio da luz que a Natureza nos proprociona.
Talvez assim consigamos decifrar e redefinir o mistério da proibição das bermudas.

Recife, janeiro 2016

Gritando por um mundo melhor


GRITANDO POR UM MUNDO MELHOR
Recife/PE, 14/01/2016
Fotografia de Clóvis Campêlo

Praia de Calhetas


PRAIA DE CALHETAS
Cabo de Santo Agostinho/PE, 28/12/2015
Fotografia de Clóvis Campêlo

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Homem olhando o mar


HOMEM OLHANDO O MAR
João Pessoa/PB, 12/01/2016
Fotografia de Cida Machado

Cabo de Santo Agostinho


CABO DE SANTO AGOSTINHO
Cabo de Santo Agostinho/PE, 28/12/2015
Fotografia de Clóvis Campêlo

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

A terra dos altos coqueiros


A TERRA DOS ALTOS COQUEIROS
Praia da Boa Viagem
Recife/PE, 31/12/2015
Fotografia de Clóvis Campêlo

O pescador


O PESCADOR
Praia de Calhetas,
Cabo de Santo Agostinho/PE, 28/12/2015
Fotografia de Clóvis Campêlo