domingo, 18 de outubro de 2015
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Venerável Ordem Terceira de São Francisco de Olinda
VENERÁVEL ORDEM TERCEIRA DE SÃO FRANCISCO DE OLINDA
Pesquisa e fotografias de Clóvis Campêlo
Segundo a Wikipédia, “as Ordens terceiras são associações de leigos católicos, vinculadas às tradicionais ordens religiosas medievais, em particular às dos franciscanos, carmelitas e dominicanos. Reúnem-se em torno à devoção de seu santo padroeiro. Espalharam-se pela América através dos colonizadores e foram um elemento importante na vida social da América portuguesa e espanhola. Distinguem-se das irmandades por estarem associadas às ordens religiosas da Idade Média.
Durante a colonização do Brasil, várias ordens religiosas se estabeleceram na colônia. As que mais tiveram influência foram os beneditinos, carmelitas, franciscanos, capuchinhos e os jesuítas. As ordens terceiras mais atuantes no Brasil foram a Ordem Terceira do Carmo e a Ordem Terceira de São Francisco da Penitência, hoje Ordem Franciscana Secular. De forma semelhante às irmandades, estas ordens eram organizadas e dirigidas pelos leigos, cabendo aos religiosos o papel de orientação espiritual.
Durante o ciclo do ouro no Brasil, algumas ordens terceiras tornaram-se ricas, patrocinando a construção de igrejas barrocas, sobretudo na Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
A primeira organização da Ordem Franciscana Secular no Brasil surgiu em Olinda no século XVI e por muito tempo foi denominada Ordem Terceira de São Francisco da Penitência”.
Segundo a historiadora Semira Adler Vainsencher, em texto publicado no site da Fundação Joaquim Nabuco, “Tendo sido construída em Olinda, em um largo sobre uma alta colina, a igreja de São Francisco data do século XVIII, época em que o seu convento (em anexo) foi reconstruído.
Na frente do templo, há um grande e artístico cruzeiro de pedra e, em seu interior, existem belos painéis de azulejos, representando a vida de Nossa Senhora. A portaria e o claustro encontram-se decorados, respectivamente, com seis azulejos sobre a vida de Santa Ana, e dezesseis painéis, a respeito da vida de São Francisco.
No teto da nave vê-se uma grande pintura representando o Orbe Seráfico, compreendendo as quatro partes do universo. Há uma cortada interessante, no centro da nave, que abriga a capela dos Irmãos Terceiros, uma edificação em puro estilo barroco. Testemunham certos estudiosos que, em termos de beleza, essa capela rivaliza com a Capela Dourada do Recife.
Na sacristia, pela sua pujança barroca, destaca-se um dos arcazes com retábulo mais preciosos do País. Vêem-se, também, cômodas e repositórios (de jacarandá entalhados), um lavatório de pedra portuguesa e pinturas, particularmente de flores, e episódios da vida de Santo Antônio, em seu teto. Vale deixar registrado que, todo esse acervo está bastante mal conservado e, por conta dos deslizamentos das ladeiras de Olinda, ameaçado de ruir".
Novamente segundo a Wikipédia, "o Convento de São Francisco é parte de um conjunto arquitetônico barroco de excepcional importância, que inclui a Igreja de Nossa Senhora das Neves, a Capela de São Roque, o claustro e a sacristia. Localiza-se na Ladeira de São Francisco, 280, em Olinda, Pernambuco.
É convento franciscano mais antigo do Brasil. Sua construção foi iniciada em 1585, com projeto do frei Francisco dos Santos, mas foi parcialmente destruído pelos holandeses no ano de 1631 e reconstruído ainda no século XVII. Em frente ao convento existe um cruzeiro trabalhado em pedra de arenito retirada dos arrecifes.
O claustro e a sacristia são famosos pela série de painéis de azulejos portugueses, com cenas diversas. Na igreja, na sacristia e na capela chama a atenção o rico trabalho de talha em madeira do teto, com caixotões contendo pinturas do século XVIII. O mosteiro tem ainda uma biblioteca com um precioso acervo de obras raras, e nele foi instalada a primeira biblioteca pública de Pernambuco.
O conjunto foi incluído no rol dos monumentos do Centro Histórico de Olinda, tombado pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade".
Olinda, outubro 2015
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Igreja da Venerável Ordem Terceira de Olinda
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
domingo, 11 de outubro de 2015
Estação Central do Recife
ESTAÇÃO CENTRAL DO RECIFE
Clóvis Campêlo
Segundo a pesquisadora Semira Adler Vainsencher, no site da Fundaj, "em meados do século XIX (1850-1856) foi construída a estação inicial da Rede Ferroviária do Nordeste e ela foi chamada de Estação Central. Esta construção fica à esquerda do rio Capibaribe e defronte da atual Casa da Cultura, na rua Floriano Peixoto, situada no bairro de São José, no Recife".
Bairro do São José
Recife, julho 2015
Fotografias de Clóvis Campêlo
Recife, julho 2015
Fotografias de Clóvis Campêlo
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Maracatu Rural Cruzeiro do Forte
Fotografias de Clóvis Campêlo
MARACATU CRUZEIRO DO FORTE
Fundado em 7 de setembro de 1929 a agremiação embora tenha em seu nome "Rural", sinônimo de "baque solto", neste caso, é de origem urbana, nascido na comunidade dos Torrões, no bairro de Cordeiro, na Zona Oeste da cidade de Recife, em Pernambuco.
Entre seus fundadores constam Seu Zé dos Santos.
Segundo o pesquisador Climério de Oliveira Santos, no livro "Maracatu Baque Virado e Baque Solto", em sua fundação o nome da agremiação era Clube Carnavalesco Misto Cruzeiro do Forte, somente no ano de 1980, assumiu o nome Maracatu Rural Cruzeiro do Forte. Neste mesmo ano de 1980 Dona Netinha assumiu a presidência, sendo o primeiro maracatu a ter uma mulher neste cargo.
Em 2009 constavam na direção do maracatu Lindalva Soares (Dalva), Maria da Conceição (Ceiça), Dona Neta (Rainha), Manuel Francisco (Mestre) e José Ferreira (Mestre). Por essa época, Alfredo Bello produziu o primeiro CD da agremiação, destacando-se as faixas "Cheguei na usina" (Zé dos Santos), "Chegou o mestre" (anônimo), "Cheguei tarde" (Mestre Tasso Gonçalves), "Corta o pau que eu faço a jangada" (anônimo) e "Cruzeiro com suas baianas", de Zé Viana, composta em 1929.
Recife, 2014
Fonte do Texto: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira
sábado, 3 de outubro de 2015
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